segunda-feira, 2 de julho de 2018

1º Encontro Nacional Capoeira Nossa Nação!







Valor do Evento R$ 200,00

Participações Especiais:
Mestre Capa - RJ.
Mestra Thiara - RJ.
Mestre Bill - DF.
Mestre Fabinho - DF.
Mestra Zanga - DF.


Direito as oficinas, alojamento e uma camisa do evento.
Pagamento via deposito: 

Caixa Ag. 3037 Operação 013 conta poupança 00015720-3
Rogério Cordeiro de Carvalho. Enviar comprovante e confirmar inscrição via Whatssap (62) 98456-4180.

domingo, 1 de julho de 2018

Encontro Mensal de Graduados - Junho

Dia 30/06 aconteceu o encontro mensal de graduados Capoeira Nossa Nação - Sede Goiânia - Setor Eli Forte. Aprendizado, treino, roda, integração, coletividade, sintonia e união é o foco dos nossos encontros! 





quinta-feira, 14 de junho de 2018

EVENTOS CNN 2018.

MAIO


24 A 27 - PROFESSOR SENEGAL - ITÁLIA

SETEMBRO

05 A 09 – MESTRE APACHE E CONTRAMESTRA JOSY


14 e 15 - CONTRAMESTRE BIRA E CONTRAMESTRA NARIZINHO

16 - INSTRUTOR SISI

22 – PROFESSOR BODINHO

29 – ESTAGIÁRIO MANCHA

30 - PROFESSOR MURICI

OUTUBRO


05 – ESTAGIÁRIA ARIANA

 13 – INSTRUTOR TIGRE

NOVEMBRO

07 – CONTRAMESTRE ANDRÉ

10 – ESTAGIÁRIO PARAÚNA

16 E 17 – ESTAGIÁRIO ESTUDANTE

23 E 24 – ESTAGIÁRIO MORCEGO e ESTAGIÁRIO TROLL

DEZEMBRO


08 - ESTAGIÁRIO CURINGA

15 – PROFESSOR FAÍSCA 

Essa é a nossa Nação!!


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Patrimônio Cultural

A 9ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda aprovou, no dia 26 de novembro de 2014 em Paris, a  Roda de Capoeira, um dos símbolos do Brasil mais reconhecido internacionalmente, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Agora a  Roda de Capoeira se junta ao Samba de Roda do Recôncavo Baiano (BA), à Arte Kusiwa- Pintura Corporal (AP), ao Frevo (PE), e ao Círio de Nazaré (PA), já reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
"O reconhecimento da Roda de Capoeira pela Unesco é uma conquista muito importante para a cultura brasileira. A capoeira tem raízes africanas que devem ser cada vez mais valorizadas por nós. Agora, é um patrimônio a ser mais conhecido e praticado em todo o mundo", destacou a ministra interina da Cultura, Ana Cristina Wanzeler.
Além da delegação que representa o Brasil, com a presença da presidenta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, e da Diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial (DPI-Iphan), Célia Corsino, capoeiristas brasileiros também acompanharam a votação, entre eles, os mestres Cobra Mansa, Duda Pirata, Piter, Paulão Kikongo, Sabiá e a Mestra Janja. O som do atabaque e do berimbau comoveram os representantes dos países presentes à sessão.
Segundo a presidenta do Iphan, a inscrição da roda de Capoeira na lista representativa promoverá o aumento de sua visibilidade desse, mas também de outros bens culturais relacionados aos movimentos de luta contra a opressão, sobretudo aqueles pertencentes às comunidades afrodescendentes. “A roda de capoeira expressa a história de resistência negra no Brasil, durante e após a escravidão. Seu reconhecimento como patrimônio demarca a conscientização sobre o valor da herança cultural africana, que, no passado, foi reprimida e discriminada”, conclui Jurema Machado.
Originada no século XVII, em pleno período escravista, desenvolveu-se como forma de sociabilidade e solidariedade entre os  africanos escravizados, estratégia para lidarem com o controle e a violência. Hoje, é um dos maiores símbolos da identidade brasileira e está presente em todo território nacional, além de praticada em mais de 160 países, em todos os continentes. A Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres de Capoeira foram reconhecidos como patrimônio cultural brasileiro pelo Iphan em 2008, e estão inscritos no Livro de Registro das Formas de Expressão e no Livro de Registro dos Saberes, respectivamente.
A Roda
Profundamente ritualizado, o espaço da Roda reúne cantos e gestos que expressam uma visão de mundo, uma hierarquia, um código de ética, e revelam companheirismo e solidariedade. É na roda de capoeira que se formam e se consagram os grandes mestres, se transmitem e se reiteram práticas e valores tradicionais afro-brasileiros. Forma redes de sociabilidade, gera identidades comuns e laços de cooperação entre seus integrantes. É o lugar de socialização de conhecimentos e práticas; de aprender e aplicar saberes, testar limites e invenções, reverenciar os mais velhos e improvisar novos cantos e movimentos.
Metaforicamente representa a roda do mundo, a roda da vida, onde há lugar para o inesperado, onde ora se ganha ora se perde. A roda também tem a função de difundir os símbolos e valores relacionados à diáspora africana no território brasileiro. Leva a mensagem de resistência sobre o sistema escravagista.